Desculpa se eu te amei
Um ano se passou. As lembranças ainda continuam aqui, bem pertinho de mim, me fazendo lembrar como era bom ter você por perto.
Os primeiros dias, foram os piores. Não conseguia nem levantar da cama, comer ou olhar a hora no celular. Tudo me lembrava você, exatamente tudo. O ator da novela das nove, o poema que eu escrevi - sobre você, é claro. E tudo que eu conseguia ver, ou ouvir... Já era a hora do jantar, e eu precisa comer. Ficar sem comer não ia fazer voltar. Não mesmo. E sem contar o fato, que, as pessoas começaram a perceber que não era só uma "falta de apetite".
Cheguei até a mesa do jantar, onde toda família estava reunida, quando olhei para o centro da mesa, minha mãe tinha feito lasanha. O seu prato preferido. Tomei um copo de água e jantei normalmente, na hora de dormir... não pude conter o choro. Lembrei de quando você fez lasanha para gente almoçar, ficou ótima. Hoje, aquela lasanha só tem gosto de saudade...
Os dias se passaram, eu melhorei. Viver sofrendo não vai me ajudar em nada.. E quando eu entendi o porquê você se foi, comecei a ligar os acontecimentos e vi, o quanto fui tão burra naquela época á ponto de não perceber que você não me amava.
Percebi que você só era mais um desses caras que gostavam de brincar com o coração de mocinhas indefesas. Mas, você me ajudou. Como ? Não sei explicar também... Mas, acho que você deixou em mim, um pouco mais de confiança em mim mesma. Me ajudou a entender que eu posso ser feliz sozinha. E o dia que amor tiver que aparecer. Eu nem vou estar esperando... simplesmente vai acontecer.
15 fotos inspiradoras
“E então, eu te olhei. E te olhei de longe e percebi que a vida estava sorrindo pra mim. Eu te olhei e percebi que o meu futuro já havia nome, sobrenome e até endereço. Você.”
| — | Giulia Mainardi (via inutil-pensamento) |
“Ciúmes, uma das formas mais sinceras e involuntárias de demonstrar o seu amor.”
| — | Nicholas Sparks. (via revelir |
“Quem fica faz arte com as sobras de quem parte.”
| — | Eu me chamo Antônio. |
“Essa coisa toda de “se ele não quer, tem quem queira”, acaba sendo furada. Porque no fundo você sabe que, não importa se metade do mundo está afim de você, é nele que você pensa, é ele que você quer.”
| — | She is drunk. |
Imagens via: {tumblr}
- A dor que dói mais
Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.














































